SÓCRATES
Sim, depois de teres mostrado primeiro, minha jóia, o que trazes debaixo do manto, na mão esquerda. Desconfio que é o próprio discurso. E, se é isso, pensa a meu respeito que sou teu amigo, mas, na presença de Lísias, não estou na disposição de permitir que te exercites à minha custa. Vamos, mostra lá.
FEDRO
Pára, Sócrates. Esfrangalhaste a esperança que tinha de me exercitar em ti. Mas onde queres então que nos sentemos para que to possa ler?
Tradução de José Ribeiro Ferreira
Sim, depois de teres mostrado primeiro, minha jóia, o que trazes debaixo do manto, na mão esquerda. Desconfio que é o próprio discurso. E, se é isso, pensa a meu respeito que sou teu amigo, mas, na presença de Lísias, não estou na disposição de permitir que te exercites à minha custa. Vamos, mostra lá.
FEDRO
Pára, Sócrates. Esfrangalhaste a esperança que tinha de me exercitar em ti. Mas onde queres então que nos sentemos para que to possa ler?
Tradução de José Ribeiro Ferreira
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